quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Anjo vestido de preto


Eu sou assim, um anjo vestido de preto, a beira de um precipício, não sei se salto ou espero alguém para me ajudar, esperar por quem? Quem?


Se eu saltar, sou covarde, se espero por alguém sou dependente, se salto morro, o que faço?


É um risco que tenho que correr, se eu saltar e sobreviver, vou aprender a me levantar, sem ninguém para me ajudar!


É assim a vida de quem arrisca, uma hora ganha, outra hora risca, e não existe borracha para apagar um acto que foi feito sem prensar, agora só me resta lamentar!


Se me arrepender porque, talvez aprendi, sofrer? Sempre sofrer!